quinta-feira, 30 de junho de 2011

Bohemian Rhapsody - Queen

Bom, há tempos estou com essa música na cabeça, então resolvi colocá-la aqui. Eu sei que é meio antiga e tals, mas creio que a maioria das pessoas com bom gosto musical gostam de Queen.


Bohemian Rhapsody

Is this the real life?
Is this just fantasy?
Caught in a landslide
No escape from reality


Open your eyes
Look up to the skies and see
I'm just a poor boy
I need no sympathy


Because I'm easy come, easy go
A little high, little low
Anyway the wind blows
Doesn't really matter to me, to me


Mama, just killed a man
Put a gun against his head
Pulled my trigger, now he's dead
Mama, life had just begun


But now I've gone and thrown it all away
Mama, oh
Didn't mean to make you cry
If I'm not back again this time tomorrow


Carry on, carry on
As if nothing really matters


Too late, my time has come
Sends shivers down my spine
Body's aching all the time
Goodbye everybody, I've got to go


Gotta leave you all behind
And face the truth
Mama, oh, I don't want to die
I sometimes wish I'd never been born at all


I see a little silhouette of a man
Scaramouch, Scaramouch will you do the fandango
Thunderbolt and lightning, very, very frightening me
Galileo, Galileo


Galileo, Galileo
Galileo, Figaro, magnifico


But I'm just a poor boy and nobody loves me
He's just a poor boy from a poor family
Spare him his life from this monstrosity


Easy come, easy go, will you let me go
Bismillah! No, we will not let you go
Let him go


Bismillah! We will not let you go, let him go
Bismillah! We will not let you go, let me go
Will not let you go, let me go, never
Never let you go, let me go


Never let me go, oh
No, no, no, no, no, no, no
Oh mama mia, mama mia, mama mia let me go
Beelzebub has a devil put aside for me


For me (2x)


So you think
You can stone me and spit in my eye
So you think you can love me
And leave me to die


Oh baby, can't do this to me baby
Just gotta get out
Just gotta get right outta here


Oh, oh yeah, oh yeah


Nothing really matters
Anyone can see
Nothing really matters
Nothing really matters to me


Anyway the wind blow

sexta-feira, 24 de junho de 2011

Uma mulher sem nome

 Essa é a história de uma moça, sim, uma moça de cabelos loiros e olhos azuis, mas cujo nome se perdeu há muito tempo atrás, vários são seus nomes e ao mesmo tempo nenhum deles é o seu. A sombra é o seu lar, e ela vive se enfurnando em mesas de sinuca em bares sujos onde apenas os mais corajosos ousam adentrar.
 Seu passatempo preferido? Se envenenar das bebidas mais fortes, José Cuervo é o seu preferido... sim, o homem que transforma todas as mulheres, e não é muito diferente com ela. Ninguém sabe quando essa paixão começou, dizem apenas que um dia ela foi encontrada, sentada, ao lado de sua melhor amiga, Cláudia, que há muito também não se ouve falar.
 Quando não está por aí fugindo dos estonteantes raios de sol com seus óculos escuros e sua anti-socialiade clássica, ela estuda jornalismo em um canto onde pessoas com presentes muito parecidos com o dela e passados muito igualmente obscuros ficam.
 E ninguém jamais conseguiu predizê-la apenas no olhar, e nem mesmo é possível observar o seu futuro dizendo as suas feições, isso é negro até mesmo para mim, que escreve essa história. Mas diz-se que apenas de fitar seus olhos bêbados é ainda possível enxergar alguma doçura e esperança perdida no meio de tanto veneno.
 Mas quem sabe um dia ela não consiga abandonar José e não precise mais se esconder por trás de uma anti-socialidade que na verdade, creio eu, que não existe.

domingo, 19 de junho de 2011

Histórias de Laura, parte 2

E então eu mergulho de novo. Mergulho de novo nos teus olhos castanho escuros, nublados, cheios e ao mesmo tempo vazios. Mergulho sem saber o que encontrarei e se poderei por meus pés em terra firme de novo. Mergulho para o infinito, de olhos fechados e braços abertos, para te sentir e receber. Onde estaria minha sensatez estão tuas mãos a me cobrir e afagar, como se o mundo fosse pequeno e tudo estivesse sobre controle, teu controle. Faço em meu coração asas para voar contigo, mesmo sabendo que as minhas serão pesadas perto das tuas de anjo. Com o cheiro de roupa limpa e metal, tu vens e me segura, para que a queda não seja tão dolorida. Mas teus braços, tão cheios de outros amores, são insuficientes para minha enorme insegurança e me sinto como um pequeno ponto azul no céu, como todas as outras. E tu? Tu, como o sol, sempre será parte de mim, mas eu sempre serei coadjuvante em ti.

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Um céu cinza e um sorriso no rosto

 Hoje o dia amanheceu muito bonito. Grandes nuvens cinzas se ergueram, uma brisa fria e extremamente agradável roçava as paredes da casa, enquanto saia água quente do chuveiro.
 Me alegra ver o dia cinza, parece que há um convite no ar para as pessoas se juntarem e se aquecerem. O vento sopra e bagunça meus cabelos enquanto fecho a porta para pegar o ônibus. Ainda caem alguns pingos de chuva, meu desejo era de deitar na grama e dormir sobre esse belo céu.
 Os carros ainda deixam seus faróis acesos, formando fileiras de olhos amarelos e brancos. Já no ônibus, uma agradável conversa com um bom amigo, enquanto observamos o caminho pela janela turva de vapor de água.
 Já no meu destino, vejo uma meia dúzia de três ou quatro pessoas, todas bem agasalhadas. Após tomar um pouco do meu vício, vejo mais pessoas aglomeradas,dentro de um prédio, tentando se aquecer. Sim, são meus amigos, bons amigos, diga-se de passagem.
 A chuva ainda não parou de cair, mas o sol já começa a despejar seus primeiros raios sobre a terra. As nuvens cinzas ainda pairam, mas logo vão se dissipar, apesar do meu desejo que elas continuassem a alegrar meu dia.
 E sim, com isso digo apenas mais uma coisa: "God is in the rain".