Quem sabe o que é certo? Quem sabe o que vem primeiro ou o que vem depois? Quem quebra os limites da razão carnívora humana, se expandindo para fora do espaço que os próprios humanos julgaram ser certo e intransferível? No final ninguém sabe, ou mesmo um dia pensará em saber.
E as minhas próprias certezas? Inquebráveis, irremovíveis, imortais. Uma ideia gera uma certeza. Mas, e as certezas das outras pessoas? Seriam também inquebráveis, irremovíveis e imortais? Se sim, vivemos cercados e falsamente protegidas atrás de escudos quebrados, fincados em solos podres regados à ignorância e imposições?
E que as minhas certezas tão incertas possam acertar e acentuar a flexibilidade idealística e ideal alheia. Mas que as minhas incertezas corretas sejam correlacionadas e corretivas, mas também corrigidas e banidas da estupidez humana.
E as minhas próprias certezas? Inquebráveis, irremovíveis, imortais. Uma ideia gera uma certeza. Mas, e as certezas das outras pessoas? Seriam também inquebráveis, irremovíveis e imortais? Se sim, vivemos cercados e falsamente protegidas atrás de escudos quebrados, fincados em solos podres regados à ignorância e imposições?
E que as minhas certezas tão incertas possam acertar e acentuar a flexibilidade idealística e ideal alheia. Mas que as minhas incertezas corretas sejam correlacionadas e corretivas, mas também corrigidas e banidas da estupidez humana. 
