Ainda percebo, e as vezes até me esqueço, que há pessoas, há humanos ao meu redor. O auto-isolamento por muito faz e muito tempo faz mal, e acabamos vendo as pessoas como simples pedaços de carne, ossos e vísceras.
Então, acontece de novo, um clarão, uma dilatação dos olhos e acabo por ver novamente a alma das pessoas que me cercam. Uma estranha brisa de vida parece soprar e inacreditavelmente as coisas deixam de ser tão mecânicas e começam a soar estranhamente improvisadas e naturalmente viáveis.
Até a chuva cai mais devagar e assume um aroma peculiar e atrativo. Quebrando o isolamento percebe-se a vida. O tempo começa com um espaço vazio. Ó Deus, por que fui abrir mão disso?
Então, acontece de novo, um clarão, uma dilatação dos olhos e acabo por ver novamente a alma das pessoas que me cercam. Uma estranha brisa de vida parece soprar e inacreditavelmente as coisas deixam de ser tão mecânicas e começam a soar estranhamente improvisadas e naturalmente viáveis.
Até a chuva cai mais devagar e assume um aroma peculiar e atrativo. Quebrando o isolamento percebe-se a vida. O tempo começa com um espaço vazio. Ó Deus, por que fui abrir mão disso?
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