Em uma pradaria, há um vilarejo. Um moinho gira vagarosamente, moendo o trigo que também será vagarosamente empacotado e transformado em pão, identificando o cheiro peculiar dessa pequena população.Um carro de boi vem passando em ritmo continuo por uma estrada de paralelepípedos que serpenteiam entre a pradaria. O boi que puxa o carro ainda rumina um pedaço de grama recém cortado e o homem que dirige o carro de boi parece tão sonolento que nem liga para os solavancos da estrada.
O sol quente bate na grama e torna as sombras das árvores muito convidativas para um longo cochilo. Uma cigarra canta ao longe, tornando o clima ainda mais sonolento.
Pessoas simples caminham pelas velhas ruas. Não é um vilarejo rico, mas todos são felizes vivendo no cotidiano quase rural, onde o tempo até passa mais devagar e o sono paira sobre as pessoas.
Nesse lugar, a paz reina absoluta, não há muita vontade de progresso, mas está tudo bem assim. O carro de boi se vai, rodando sobre a estrada de paralelepípedos que serpenteiam para outros pequenos vilarejos.
Enquanto isso, as nuvens vão para lá, para cá e de volta para lá também. Uma boa vida, e uma boa maneira de morrer.
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